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Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol

Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol A gaúcha Paula Caroline Ferreira Rodrigues, 31 anos, passou a ser procurada i...

Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol
Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol (Foto: Reprodução)

Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol A gaúcha Paula Caroline Ferreira Rodrigues, 31 anos, passou a ser procurada internacionalmente após ter o nome incluído na lista vermelha da Interpol, organização internacional de cooperação policial. Ela foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão pelo assassinato do fotógrafo José Gustavo Bertuol Gargioni, de 22 anos. O crime aconteceu em julho de 2015, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O registro de Paula na lista vermelha está disponível no site oficial da Interpol. A página apresenta informações para a identificação da mulher, incluindo imagens que mostram mudanças na aparência dela desde a época do crime. 🔴 A lista vermelha da Interpol alerta autoridades policiais de diferentes países sobre pessoas procuradas internacionalmente. O mecanismo auxilia na localização e na prisão provisória para fins de extradição ou procedimentos legais semelhantes, mas não equivale, por si só, a um mandado internacional de prisão. Segundo o delegado João Paulo Abreu, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), a inclusão foi solicitada pela Delegacia de Capturas da Polícia Civil. As equipes seguem realizando diligências para localizar a procurada. "A Polícia Civil vem realizando diversas diligências para a sua captura, entretanto, a colaboração da sociedade pode ser determinante para isso", declarou o delegado. Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol Reprodução e Divulgação/Interpol Fotógrafo foi morto com 19 tiros José Gustavo Bertuol Gargioni foi encontrado morto em julho de 2015, na região da Praia de Paquetá, em Canoas. Conforme a investigação, o fotógrafo foi atraído para uma emboscada e atingido por 19 disparos de arma de fogo. Segundo a acusação, Paula mantinha um relacionamento com a vítima e teria marcado um encontro para atrair o fotógrafo até o local do crime. Na época, ela também mantinha um relacionamento com Juliano Biron da Silva, apontado como coautor do assassinato. Biron foi condenado, em 2020, a 20 anos e oito meses de prisão pelo crime. Paula foi julgada pela primeira vez em dezembro de 2023, quando o júri a absolveu da acusação de homicídio. O Ministério Público recorreu. Em abril de 2025, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinou a realização de um novo julgamento por considerar que a decisão contrariava as provas do processo. O segundo júri ocorreu em 10 de março de 2026, em Canoas. Paula foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. A mulher não compareceu ao julgamento e já era considerada foragida. Há um mandado de prisão em aberto contra ela. O g1 procurou Martin Gross, advogado que defendeu Paula durante o júri. Ele informou que não trabalha mais no caso. A reportagem tenta entrar em contato com os advogados da foragida. Condenada por assassinato de fotógrafo no RS passa a ser procurada pela Interpol Divulgação/Interpol VÍDEOS: Tudo sobre o RS

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